terça-feira, fevereiro 24, 2026
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Furtos de hidrômetros disparam em Itabuna: EMASA aciona o 15º BPM para reforçar combate aos crimes 🚨💧

O aumento dos furtos de hidrômetros em Itabuna acendeu o alerta da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (EMASA). Somente neste ano, já foram registradas 104 ocorrências, com maior concentração no Centro Comercial, Santo Antônio, Pontalzinho e Zildolândia. Diante do cenário, a diretoria da empresa esteve, nesta segunda-feira (23), no 15º Batalhão de Polícia Militar, para solicitar apoio no enfrentamento aos crimes e fortalecer a parceria institucional.

De acordo com levantamento da equipe comercial da EMASA, os furtos também atingem bairros como Mangabinha, Califórnia, Jardim Alamar, Jardim Grapiúna, Jardim Primavera, Conceição, Jorge Amado, Loteamento Félix Alves de Souza, Santa Inês e bairro de Fátima. O presidente da empresa, Tauan Sampaio, classificou o crescimento como alarmante, destacando os impactos diretos para a população, que pode ficar temporariamente sem abastecimento e ainda enfrentar transtornos estruturais. O prejuízo, segundo ele, é duplo: financeiro para a empresa e operacional para os moradores.

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Durante a reunião, o comandante do 15º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Robson Farias, orientou a formalização dos registros para subsidiar ações operacionais mais eficazes. Ele ressaltou que, além de crime patrimonial, o furto de hidrômetros pode ser enquadrado também como crime ambiental, considerando os danos ao sistema de abastecimento e possíveis desperdícios de água. A articulação entre a concessionária e a Polícia Militar busca ampliar a vigilância e coibir a receptação do material furtado.

O avanço dos furtos de hidrômetros revela um problema que vai além da segurança patrimonial. Trata-se de uma questão que envolve segurança pública, meio ambiente e gestão de recursos hídricos. A retirada irregular dos equipamentos compromete o controle do consumo, pode gerar vazamentos e afeta a eficiência do sistema de abastecimento. Especialistas apontam que ações integradas, fiscalização em ferros-velhos e campanhas educativas podem ajudar a reduzir os casos.

A população pode contribuir denunciando atividades suspeitas pelo 190. A EMASA também disponibiliza atendimento pelo WhatsApp (73) 99912-0044 e pelo telefone 0800 073 1195. Combater esse tipo de crime exige atuação coordenada entre poder público e sociedade — afinal, preservar o sistema de abastecimento é garantir um direito essencial: o acesso à água potável. 💧

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